Certificação fitossanitária local reduz custos para produtores de maçã em Santa Catarina
Equipe Frutare
1 min de leitura· Publicado em 24 de maio de 2026· Atualizado em 06 de julho de 2026

A safra 2025/2026 de maçã em Santa Catarina conta com uma mudança positiva para os produtores: a certificação fitossanitária agora é feita diretamente nos polos produtores, como São Joaquim e Fraiburgo, por auditores do MAPA. Isso elimina o deslocamento de cargas até Vacaria (RS) ou esperas no Porto de Itajaí, cortando custos extras com transporte e armazenagem.
Nesta safra, já foram 530 toneladas certificadas localmente em São Joaquim. 🍎
Rotas mais curtas, mais frescor, mais competitividade
Com rotas mais curtas — como pelo Porto de Imbituba — os produtores ganham:
- Agilidade no embarque
- Maior frescor e qualidade da fruta exportada
- Redução de custos com transporte e armazenagem
- Impulso nas exportações, elevando a competitividade no mercado internacional
Santa Catarina, líder nacional na produção de maçã, colhe os frutos dessa mudança.
Por que isso importa para o packing house
A certificação local muda o fluxo logístico pós-colheita:
- Janela de exportação mais ampla, com lotes que saem do packing house direto para o porto.
- Rastreabilidade simplificada — o lote (
L-YY-XXXX) sai do pomar, passa pela classificação e segue certificado, sem etapa intermediária em outro estado. - Menos perdas em câmara fria, pois o tempo entre colheita e embarque cai.
Para o produtor de maçã, o ganho é direto: mais margem por caixa exportada e menor risco logístico.
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